Universidade Federal de Campina Grande Campina Grande, 17 de Junho de 2026

Resumo do Componente Curricular

Dados Gerais do Componente Curricular
Tipo do Componente Curricular: DISCIPLINA
Unidade Responsável: POS-GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO (11.21.38)
Código: PPGA0000009
Nome: INOVAÇÃO E SUSTENTABILIDADE
Carga Horária Teórica: 60 h.
Carga Horária Prática: 0 h.
Carga Horária Total: 60 h.
Pré-Requisitos:
Co-Requisitos:
Equivalências:
Excluir da Avaliação Institucional: Não
Matriculável On-Line: Sim
Horário Flexível da Turma: Não
Horário Flexível do Docente: Sim
Obrigatoriedade de Nota Final: Sim
Pode Criar Turma Sem Solicitação: Não
Necessita de Orientador: Não
Exige Horário: Sim
Permite CH Compartilhada: Não
Permite Múltiplas Aprovações: Não
Quantidade de Avaliações: 1
Ementa/Descrição: Desenvolvimento e Sustentabilidade; Definições da Sustentabilidade (forte e fraca) e o progresso tecnológico; Recursos Naturais e Recursos Artificiais: substitubilidade ou complementação?; Inovações Sustentáveis: definições; Eco-inovações: modelos, dimensões e indicadores; Organizações Inovadoras Sustentáveis.
Referências: ANDERSEN, M. M. Eco-Innovation Indicators. European Environment Agency, Copenhagen, February 2006. Disponível em: http://www.risoe.dk/rispubl/art/2007_115_report.pdf. ANDERSEN, M. M. Eco-innovation – towards a taxonomy and a theory. In: DRUID Conference - Entrepreneurship and Innovation – Organizations, Institutions, Systems and Regions, 2008, Copenhagen. Disponível em: http://www2.druid.dk/conferences/viewpaper.php?id=3150&cf=29 ARUNDEL A.; KEMP, R. Measuring eco-innovation. UNU-MERIT Working Paper Series, 2009. Disponível em: http://www.merit.unu.edu/publications/wppdf/2009/wp2009-017.pdf>. BARBIERI, J. C; SIMANTOB, M. A; (Org.). Organizações Inovadoras Sustentáveis: uma reflexão sobre o futuro das organizações. São Paulo: Atlas, 2007. BARBIERI, J. C; VASCONCELOS, I. F. G; ANDREASSI, T; VASCONCELOS, F. C. Inovação e Sustentabilidade: novos modelos e proposições. RAE, São Paulo, v. 50, Nº 2, Abr/ Jun, 2010. (p. 146-154). BRASIL, M. V. O; ABREU, M. C. S; SILVA FILHO, J, C. L; LEOCADIO, A. L. Relationship between eco-innovations and the impact on businesss performance: an empirical survey research on the brazilian textile industry. RAUSP: Revista de Administração. V. 51, p. 276-287, 2016. CAI, W-G; ZHOU, X-L. On the drivers of eco-innovation: empirical evidence from China. Journal of Cleaner Production. Vol. 79, pp. 239–248, 2014. Disponível em: http://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0959652614005034. CARRILO-HERMOSILA, J.; GONZÁLEZ, P. D. R.; KÖNNÖLÄ, T., DEL RIO, GONZALES, P. Eco-Innovation: when Sustainability and Competitiveness Shake Hands. Plagrave Macmillan. UK. 2009. CARRILO-HERMOSILLA, J; DEL RIO, P; KÖNNÖLÄ, T. Diversity of eco-innovations: Reflections from selected case studies. Journal of Cleaner Production. V. 18, pp. 1073-1083, 2010. CECHIN, A. A Natureza como Limite da Economia: a contribuição de Nicholas GeorgecuRoegen. São Paulo: Editora Senac/Edusp, 2010. CURI, D (Org.). Gestão Ambiental. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2011. EKINS, P. Eco-innovation for environmental sustainability: concepts, progress and policies. International Economics and Economic Policy. V. 7, pp. 267–290, 2010. Disponível em: http://link.springer.com/article/10.1007/s10368-010-0162-z#enumeration. FARIAS, A. S. D.; COSTA, D. S.; FREITAS, L. S.; CÂNDIDO, G. A. Utilização de EcoInovação no Processo de Manufatura de Cerâmica Vermelha. RAI : Revista de Administração e Inovação, v. 9, p. 154-174, 2012. HORBACH, J. Empirical determinants of eco-innovation in European countries using the community innovation survey. Environmental Innovation and Societal Transitions. v. 19, pp. 1-14, 2016. Disponível em: http://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S2210422415300204. MAÇANEIRO, M. B; CUNHA, S. K; KUHL, M. R; CUNHA, J. C. A Regulamentação Ambiental Conduzindo Estratégias Ecoinovativas na Indústria de Papel e Celulose. RAC: Revista de Administração Contemporânea. v. 19, n. 1, pp. 65-83, Jan./Fev. 2015. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/rac/v19n1/1982-7849-rac-19-1-0065.pdf. KEMP, R.; FOXON, T. J. Tipology of Eco-Inovation. In: MEI project: measuring EcoInovation. European Commission, ago. 2007. Disponível em: http://www.merit.unu.edu/MEI/deliverables/MEI%20D2%20Typology%20of%20ecoinnovation.pdf KÖNNÖLÄ, T.; CARRILLO-HERMOSILLA, J.; GONZALEZ, P. del R. Dashboard of ecoinnovation. In: DIME International Conference – Innovation, sustainability and policy, sep.2008, University Montesquieu Bordeaux IV, France. Disponível em: http://www.dimeeu.org/files/active/0/KonnolaetalDashboardofEco-innovation.pdf. Acesso em: Jun. 2012. RATTNER, H. Uma ponte para a sociedade sustentável. São Paulo: Editora SENAC, 2012. RENNINGS, K. Towards a Theory and Policy of Eco-Innovation – Neoclassical and (Co-) Evolutionary Perspectives. Discussion Paper nº 98-24. Mannheim, Centre for European Economic Research (ZEW), 1998. Disponível em:<ftp://ftp.zew.de/pub/zewdocs/dp/dp2498.pdf> Acesso em: 25 de Junho de 2012. RENNINGS, K. Redefining Innovation – eco-innovation research and the contribution from ecological economics. Ecological Economics, V. 32, 2000, p. (319-332). VILHA, A. M.; QUADROS, R. Gestão da Inovação sob a Perspectiva do Desenvolvimento Sustentável: Lições das Estratégias e Práticas na Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos. Revista de Administração e Inovação, São Paulo, v. 9, n.3, p. 28-52, jul/set . 2012. VINHA, V. As Empresas e o Desenvolvimento Sustentável: da eco-eficiência à responsabilidade social corporativa. In: MAY, P. H; LUSTOSA, M. C; VINHA, V. (Org.). Economia do meio Ambiente: teoria e prática. Rio de Janeiro: Elsevier, 2003. VIVIEN, F-D. Economia e ecologia. São Paulo: Editora Senac, 2011.

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