| Referências: |
Cantu, G., Santiago, E., & Regina, S. (2023). Caminhos plurais de cuidados com a saúde: medicalizações do simbólico. Interações, 24 (1) 247259. https://doi.org/10.20435/inter.v24i1.3624
Domoff, S.E., Borgen, A.L., Foley, R.P. & Maffett, A. (2019). Excessive use of mobile devices and children's physical health. Hum Behav & Emerg Tech. 1:169175.
Heckman, J.J. (2006). Skill Formation and the Economics of Investing in disadvantaged children. Science 312, 1900.
Heckman, J.J. (2011). The Economics of Inequality: The Value of Early Childhood Education. American Educator, 35 (1), 31-35.
Moura, C.S., Grossi-Milani, R., Mendonça, F.F. & Loch, M.R. (2022). Estratégias de promoção da saúde na primeira infância: tecendo redes locais. Saúde em Debate, 46(spe5), 4556. https://doi.org/10.1590/0103-11042022e504
Papalia, D.E. & Martorelli, G. (2021). Desenvolvimento Humano. 14ª ed. Porto Alegre: Artmed.
Régio,L., Barros, S., Ballan, C., Aguiar, C., Bruna, & Ferreira, A. (2023). El cuidado de niños y adolescentes negros con problemas de salud mental en la interseccionalidad entre género y raza. Revista Latino-Americana de Enfermagem, 31. e3941. https://doi.org/10.1590/1518-8345.6058.3941
Tierney, A.L. & Nelson, C.A. (2009). Brain Development and the Role of Experience in the Early Years. PMCID, 30 (2):9-13.
Veras, R. P. (2022). Modelo assistencial contemporâneo para os idosos: uma necessidade premente. Revista Brasileira de Geriatria E Gerontologia, 25(3). https://doi.org/10.1590/1981-22562022025.230065.pt |